A entrevista para o blog do Tony Lucas foi divulgada em seu perfil no Facebook.
Confira: https://www.facebook.com/tonylucas13/posts/952227728171226?pnref=story
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
domingo, 20 de setembro de 2015
Entrevista - Blog The Tony Lucas Blog
Fui entrevistada pelo Tony, do blog The Tony Lucas, e a entrevista foi divulgada dia 17/09/2015.
Adorei as perguntas, foi muito interessante respondê-las.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Ninguém
“Ninguém é tão forte,
Que nunca tenha chorado.
Ninguém é tão fraco,
Que nunca tenha vencido.
Ninguém é tão inútil,
Que nunca tenha contribuído.
Ninguém é tão sábio,
Que nunca tenha errado.
Ninguém é tão corajoso,
Que nunca tenha medo.
Ninguém é tão medroso,
Que nunca tenha coragem.
Conclusão: Ninguém é tão ninguém que nunca precise de
ninguém.”
Autor desconhecido.
Autor desconhecido.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Pensamento do dia
“Deus criou as coisas para usarmos e as
pessoas para amarmos, então por que usamos as pessoas e amamos as coisas?”
Autor desconhecido
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Frase do dia
“Desisti de você, mas não pense que desisti por não ter
mais forças para lutar e sim por não ter mais condições de sofrer.”
Bob Marley
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Poema de cima para baixo ou de baixo para cima
“Não te amo mais
Estarei mentindo se disser
Que ainda te quero
Como sempre te quis
Tenho certeza que
Nem tudo foi em vão
Sinto dentro de mim que
Você já morreu
Não posso dizer que
Ainda guardo lembranças
Com espaço lento e marcante
Já te esqueci
Não usarei mais para você
A frase “te amo”
É tarde demais
Sinto... mas não posso
Esconder.”
(OBS: Esse poema pode ser lido de cima para baixo
ou de baixo para cima.)
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
O futuro chegou
"Foi um segundo. Um milímetro de olhar. Suado pela ginástica, meu filho entrou em casa carregando sua mesma expressão de bebê.
O mesmo conjunto de olhos, sobrancelhas, nariz e boca, ignorando o zunido do tempo veloz em meu ouvido, me faziam crer que meu bebê ainda estava ali. Não foi só uma nostalgia de mãe, saudosa de sua mãozinha em meu pescoço, foi uma epifania do tempo.
Podia não ser meu filho. Era uma pessoa escancarando as fases de si agora. Um desses instantes que nos pegam de surpresa no meio do dia, quando parecemos compreender toda a existência. Meu filho de quase 18 estava ali com sua cara de bebê de uma ano e já tinha sido um dos grandes de 14.
Os "grandes de 14" era uma expressão usada por mim e meu irmão para designar uma turma de meninos muito maiores que nós, que moravam em nossa rua, mas com os quais jamais nos atrevíamos a trocar palavras. Eles eram os grandes de 14 e nós, os mínimos de 7 ou 8.
Por incrível que pareça, apesar de eu ser agora uma enorme de 50, ainda trago em mim aquela que passava apressada pelo muro de pedra, tentando ignorar suas assustadoras pernas peludas penduradas.
Um dia eu seria uma grande de 14. Fui. E nem me dei conta. Continuei a ser a mínima de 7 e agora olho meu filho entrando pela porta e me assusto com o futuro que espalha todas as épocas. Aos meus 7 ou 8, eu tinha previsões para meus grandes 14 e jamais pensaria existir intacta em minha enorme de 50. É incrível. Cá estou.
Sempre me assustei com o tempo. Não falo do susto básico do seu passar, as crianças que voam em centímetros, os cabelos que caem e embranquecem, a pele flácida. Me assusto quando chega a tal da quinta-feira. Você anota na agenda: quinta-feira, dia 23. E ela simplesmente chega. Enquanto está lá, anotada, ela é uma simples projeção de futuro. Uma coisa no breu das ideias. E, de repente, ela aparece, formalizando algo de tudo que foi projetado. A partir dali, vira uma quinta-feira concreta, até que mais um tempo passe sobre ela fazendo o favor de devolvê-la ao campo das ideias, onde recuperará seu tecido fluido, feito de memória ou do que cada um quiser inventar de seu passado.
Meu susto daquele dia foi perceber a chegada do futuro. Já fugaz, como um passado inventado."
Denise Fraga
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